Aglomerados Estelares e Nebulosas Dentro de 10.000 Anos-Luz

Este é um mapa dos aglomerados estelares e nebulosas principais dentro de 10.000 anos-luz. O mapa está orientado de modo que nós estejamos olhando de cima para o plano galático, com o sol no centro do mapa. Quase todos os aglomerados e nebulosas mais famosos estão marcados no mapa. Por causa de toda a poeira e gás que se encontram no plano da galáxia, é muito difícil ver muito além desta distância no plano galático.


A Galáxia com 20.000 anos-luz

Abaixo está um mapa que tenta mostrar a parte mais próxima da galáxia, dentro de 20.000 anos-luz. Este mapa é uma projeção das posições de 4.706 objetos que, provavelmente, são encontrados apenas nos braços espirais da galáxia. Estes são principalmente nebulosas, jovens aglomerados de estrelas e estrelas novas, luminosas e maciças. Os objetos específicos, marcados no mapa são:

pontos brancos:
pontos amarelos:
circulos azuis:
circulos amarelos:
circulos vermelhos:
2.329 estrelas muito luminosas (das referências 1, 2, 3 e 4).
421 estrelas variáveis Cefêidas (da referência 5).
306 jovens aglomerados abertos, com 100 milhões de estrelas (da referência 6).
88 associações OB (da referência 7).
1.562 nuvens moleculares (das referências 8, 9, 10, 11, 12 e 13).

As nuvens moleculares (marcadas em vervelho) são nebulosas de vários tipos, onde as estrelas nascem. São a única classe de objetos que pode ser facilmente detectadas além de 10000 anos-luz, porque podem serem vistas em infravermelho e radiotelescópios. Suas distâncias podem ser estimadas traçando suas velocidades medidas em um modelo da rotação da Via-Láctea. Isto não é muito exato, pois é difícil traçar a estrutura precisa dos braços espirais, especialmente na parte interna da galáxia.

Referências usadas na confecção deste mapa:

[1]Garmany C, Conti P, Chiosi C, (1982), Catalog of galactic O-type Stars, Astrophys J, 263, 777.
[2]Savage B, Massa D, Meade M, Wesselius P, (1985), A Catalogue of UV Interstellar Extinction 
      Excesses for 1415 stars, Astrophys J Supp, 59, 397.
[3]Kastner J, Forveille T, Zuckerman B, Omont A, (1993), Probing the AGB tip: luminous carbon stars 
      in the galactic plane, Astron Astrophys, 275, 163.
[4]van der Hucht, (2001), 7th Catalog of Galactic Wolf-Rayet stars, New Astronomy Reviews 45, 135.
[5]Fernie J, Beattie B, Evans N, Seager S, (1995), Database of Galactic Classical Cepheids, IBVS No. 4148.
[6]Dias W, Alessi B, Moitinho A, Lepine J, (2002), New catalogue of optically visible open clusters 
      and candidates, astro-ph/0203351
[7]Melnik A, Efremov Y, (1995), New list of OB associations of our Galaxy, Pis'ma Astron Zh, 21, 13.
[8]Blitz L, Fich M, Stark A, (1982), Catalog of CO Radial Velocities toward Galactic H II Regions.  
      Astrophys J Supp, 49, 183.
[9]Caswell J, Haynes R, (1987), Southern HII Regions: an extensive study of radio recombination line 
      emission, Astron Astrophys, 171, 261.
[10]Wouterloot J, Brand J, (1989), IRAS sources beyond the solar circle. I. CO observations, 
      Astron Astrophys Supp, 80, 149.
[11]Codella C, Felli M, Natale V, Palagi F, Palla F, (1994), The occurrence of  H2O masers in HII regions,
      Astron Astrophys, 291, 261.
[12]Molinari S, Brand J, Cesaroni R, Palla F, (1996), A search for precursors of ultracompact HII regions
      in a sample of luminous IRAS sources I, Astron Astrophys, 308, 573.
[13]May J, Alvarez H, Bronfman L, (1997), Physical properties of molecular clouds in the southern outer 
      Galaxy, Astron Astrophys, 327, 325.

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